quarta-feira, 21 de setembro de 2011

“INTERNET: REVOLUÇÃO E CONTRA REVOLUÇÃO”

Disciplina: FUNDAMENTOS DE MULTIMÍDIA

“...curiosidade, heim: - diz aí, quem usa computador em casa?”

Não é preciso ter bola de cristal ou ser um vidente,  mas pode-se  arriscar  uma estimativa de mais de 80%  de um numero qualquer de pessoas,  levantam a mão em sinal de afirmação. 

O mérito é dado a um visionário, esperto e ambicioso, que ainda jovem descobriu o mapa da mina – “e que mina!” William Henry Gates III, ou simplesmente Bill Gates, popularizou o mais prático de todos os inventos. Criando a Microsoft, empresa no ramo da informática, ele desenvolveu um software,  fazendo com que cada um pudesse obter um computador.  

Pense na facilidade em ter em um único equipamento textos, fotos, figuras, gráficos... assim nasceu o  Windows,  as pessoas se educaram a usá-lo tornando –se dependentes dele e nem se questionam se  é bom ou ruim, apenas usam.  Usam e pagam por ele.
Mas não bastava apenas ter o seu computador era preciso compartilhar o que cada um fazia nele e pensando assim, não tão ambiciosamente, pelo contrário, Tim Berns-Lee nos presenteou  com a interatividade proporcionada pela WEB. A internet já existia mas era limitada a setores privados e estaduais –  “a world wide web logou o mundo.”

De fato começou modesta. The Well foi a primeira rede social e tinha formas específicas de relacionamento. No entanto era a primeira forma inovadora das pessoas se interagirem.
Muita coisa boa veio a partir disso, como facilidade em desenvolver pesquisas e buscar informações de temas dos mais diversos possíveis (entretenimento, compras, viagens etc), gente criando blogs, postando fotos, ouvindo música,... enfim, fazendo de tudo, principalmente ganhando dinheiro. É o caso de Arianna Huffington que criou um site de pesquisa, o qual agrega informações diversas. Sem sair de casa ela ficou milionária.
Só que o “tudo” incomoda. Com a mesma intensidade que a Web facilita a vida ela pode prejudicar. Atitudes socialmente incorretas podem agredir a outros e provocar prejuízo, tornando a Web vilã. Como a ação de rackers que invadem informações sigilosas.
Baixar músicas também pode ser um crime. Shawn Faning, criador do Napster, programa de compartilhamento de arquivos em rede P2P, nem pensava que isso pudesse acontecer. A indústria fonográfica levantou-se em ira.

Boa ou má, a Web, ou popularmente internet, divide opiniões, mas é um caminho sem volta – ainda bem.


Jornal da Globo: "Vendas de mésica digital crescem mais de 150% no Brasil" disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=vu_xV_kmpLE

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