segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Fast Food: O Grande Vilão?







Eles se popularizaram no Brasil no início dos anos 80 e desde então muita discussão foi gerada em torno dessa “gastronomia americana”. Os Fast Foods. Seriam eles um dos principais responsáveis pelas altas taxas de obesidade, sobre tudo entre crianças e adolescentes? Mesmo o consumo moderado causa danos à saúde? E qual seria a conseqüência de um consumo excessivo?

Buscando responder essas e outras questões, o cineasta Morgan Spurlock, resolveu fazer o documentário Super Size Me, onde ele se propõe a comer apenas no McDonald’s por trinta dias.

O filme além de mostrar a dieta de Morgan levanta também outras questões, por exemplo, o grande marketing que essas redes usam para atrair crianças, como a presença de comercias de televisão durante os programas infantis ou os parquinhos que as encantam algumas lanchonetes, o filme ainda aborda a questão dos tamanhos chamados de “Super Size”, aonde em algumas redes o sanduíche vem acompanhado por um refrigerante de 1,25 litros e ainda uma porção de batata frita com mais de 250 gramas. O diretor durante a sua dieta vista várias escolas americanas para verificar o que está sendo servido nos lanches, e ele encontrou muita pizza, batata frita e refrigerante.

Após trinta dias comendo apenas McDonald’s as mudanças na saúde e no corpo de Morgan, foram tão destrutivas que chegaram a surpreender alguns médicos que o estavam acompanhando. Quando começou a dieta, Morgan media 1,88 e pesava 85 Kg, peso considerado saudável para os nutricionistas, ele fez também diversos exames ao longo da dieta, e com o passar dos dias, sua saúde só ia piorando. Ao final da dieta, Morgan teve sérios danos no fígado, causado pelo excesso de gordura, ganhou 11 Kg e ainda teve um aumento de sua pressão arterial.

Com o lançamento e estouro do filme, o McDonald’s fez diversas alterações em seu cardápio, incluindo mais tipos de salada e excluindo os tamanhos “Super Size” de seu cardápio. Aqui no Brasil, podemos perceber algumas mudanças também, um bom exemplo disso é o Mc Lanche Feliz, que tem como público alvo as crianças, e agora vem acompanhado de frutas e suco natural, outra mudança foi a inclusão das tabelas nutricionais nas caixas dos sanduíches.

Veja abaixo um vídeo onde Morgan mostra fotos de personalidades conhecidas para crianças norte americanas e pede para que elas os reconheçam, o resultado desse teste é impressionante.




quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Trailer do Documentário – “DEVOÇÃO” de Sérgio Sanz



"Filmado entre abril e junho de 2007 no Rio de Janeiro (RJ). Em 85 minutos, muito mais do que rever mitos e colocar lado a lado as peculiaridades de cada uma das crenças, o filme deixa claro a singularidade da cultura brasileira."
Direção: Sérgio Sanz. Duração: 85 minutos Classificação etária: livre.

domingo, 30 de outubro de 2011

O Futuro do Jornalismo

Guilherme Pessoa, Júlio, Vilmara

A internet transformou o mundo, e com o jornalismo não podia ser diferente. Se antes a única forma de obter acesso à informação era através de jornais revistas, hoje em dia, é possível ter acesso a qualquer informação, de qualquer lugar do mundo, qualquer época através de apenas alguns cliques.
Esse conteúdo online tem sofrido, atualmente, grandes mudanças com a chegada dos Tablets e Smartphones. O uso dessas plataformas, ainda é muito restrito no Brasil, o principal motivo é o preço alto que se paga por elas, mas, já foi anunciado que será produzido aqui no Brasil, tablets nacionais, que deverão ter um preço mais acessível, mas, os grandes jornais e as grandes revistas já lançaram suas versões para essa nova tecnologia.
Uma grande diferença entre o tradicional modelo impresso e a versão para tablets é a oportunidade de acrescentar vídeos ao longo das notícias, a notícia nessas novas plataformas também se torna mais dinâmica, pois, é possível ver imagens quando quiser e de qualquer tamanho.
Essas novas plataformas não podem ser consideradas inimigas do jornalismo tradicional, mas sim a sua evolução.


domingo, 23 de outubro de 2011

ANÁLISE DE SITES JORNALÍSTICOS

Disciplina: FUNDAMENTOS DE MULTIMÍDIA

QUESTIONÁRIO


a) Façam a análise particularizada de cada um dos sites conforme cada uma das categorias de hipertextualidade de Landow. É importante lembrar que tais categorias podem ser usadas com ou sem eficiência pelos sites estudados.

b) Vocês foram capazes de identificar todos os tipos de links citados por Luciana Mielniczuk, nas duas publicações estudadas? Citem exemplos dos tipos de links Editoriais Narrativos encontrados nos dois jornais, de acordo com a tipologia de Mielniczuk.

c) Quais os tipos mais recorrentes de links Editoriais Narrativos? Se faltarem tipos, assinalem quais e tentem explicar por que tais tipos são inexistentes ou muito raros.

d) Comparem o uso de links nas duas publicações, tentando determinar qual delas faz um melhor uso da linkagem. Por que?

e) Examinem o uso de links inter-textuais nas duas publicações. Eles são freqüentes? Busquem exemplos nos dois veículos. Em que tipo de links eles são mais freqüentes?

f) Os dois jornais fazem uso de links disjuntivos? Listem exemplos.

g) Observem os blogs existentes nas duas publicações. Eles estão linkados ao restante do material do jornal? Que tipos de links estão sendo usados?

h) Observem o uso de fotografias nas duas publicações. Como os links estão sendo usados em conjugação com as fotos?

i) Vocês consideram útil essa tipologia de links proposta por Mielniczuk? Que críticas podem ser feitas à tipologia?


por Guilherme Pessoa, Júlio Firmino e Vilmara Paula
       
RESPOSTAS
G1 – O G1 é um portal horizontal, que possui notícias sobre diversos assuntos, ele pode ser considerado como um dos maiores portais do Brasil. Lançado em 2006, o portal é mantido pela globo.com e sob a orientação da central globo de jornalismo, e nele encontramos os conteúdos de outras empresas das Organizações Globo como o a Rede Globo, Globo News, Rádio Globo, CBN e os jornais O Globo e Diário de São Paulo, faz-se assim tipo de informação publicitária, ao apresentar produtos do mesmo grupo empresarial. Por possuir notícias sobre diversos temas, o público do portal também é diverso. Na página inicial encontramos em destaques as principais notícias do momento, links para as diversas editorias, e mais abaixo propagandas e notícias separadas por estado.
R7- O R7 é um portal horizontal, onde são encontradas notícias sobre diversos temas. O portal pertence a Rede Record de Comunicação, e é um dos principais concorrentes do G1. Seu público também é variado e apesar de ser um portal novo, surgiu em 2009, ele é considerado um grande portal e com uma significativa importância.  A sua página inicial é bem semelhante ao do G1, a única diferença mais visível é ao fato do R7 possuir mais propagandas espalhadas por toda a sua página.
a)     Ambos os portais possuem a chamada Descentralização, é possível ter como ponto de partida um assunto, como esportes, moda, política, onde o leitor não só lê a notícia que está procurando, mas também outras notícias relacionadas ao mesmo assunto. A Multivocalidade não está presente em nenhum dos portais pesquisados. A Intratextualidade está presente nos dois portais analisados, e funciona muito bem, logo abaixo da noticia é possível encontrar links para outras notícias sobre o mesmo assunto. A Intertextualidade é presente nos dois portais, mas somente quando é extremamente necessária, para complementar a notícia. A Navegabilidade de ambos os sites é ótima, sendo possível até acessar as notícias por estado.  A Interatividade não foi percebida em nenhum dos dois portais.
b)     Analisando o G1, quanto ao recurso de navegação, há ocorrência de linkagens conjuntivas e disjuntivas – a esta ultima, ao abrir links de colunistas e outros produtos jornalísticos do mesmo grupo empresarial, são expostas janelas bem diferentes da inicial – Quanto ao universo de abrangência, ocorre intratextualidade e intertextualidade. Em tipo de informação, os links editoriais são organizativos – expondo as editorias – e narrativos ao descrever as chamadas das notícias/reportagens. As subcategorias narrativas presentes são por ”acontecimento”, ”detalhamento”, ”exemplificação de particularização” e ”complementação”. No entanto as subcategorias ”oposição” e ”memória” não foram identificadas. Ainda na linkagem sobre o tipo de informação referente a serviço e publicidade, ocorrem todos os tipos propostos.
Assim como o G1, no R7, no que diz respeito a recurso de navegação, ocorrem links conjuntivos e disjuntivos, no entanto as diferenças nas janelas acontecem com mais freqüência, aparentando ser disjuntivo. Quanto ao universo de abrangência, ocorrem também links intra-textuais e inter-textuais. Em tipo de informação, assim como o G1, nos links editoriais, ocorre organizativos e narrativos, com presença de “acontecimento”, “detalhamento” – ao clicar no link Guadalajara 2011, por exemplo, abre-se uma página com uma série de dados e notícias, detalhando o acontecimento Pan-americano 2011 – Assim como no G1, nos links narrativos não foi identificado a subcategoria “oposição”, mas todas as outras acontecem, principalmente “memória”, que não foi identificada no site da Globo (G1) e nesse da Record (R7) são mostradas imagens antigas do Maracanã para ilustrar as novas obras do estádio para a copa do mundo de 2014.
Ainda em tipo de informação, nos links de serviço, produzidos e oferecidos pela publicação, o R7 é bem superior ao G1 quando informa sobre a previsão do tempo e localização regional. O site oferece uma série de possibilidades de navegação, não encontradas no G1. No entanto, para a área econômica, o da Globo é mais completo, oferece serviços como “conversor de moedas”, “índices de mercado”, “indicadores financeiros”, e “tabela Fipe”. O G1 também apresenta um serviço muito útil que não contem no R7, que é sobre o transito em diversas vias do país.
Os links publicitários são mais freqüentes no R7.
c)     Tanto no G1 quanto no R7, os links Editoriais Narrativos mais recorrentes são de “acontecimento” e “detalhamento” e o de “oposição” não foi encontrado em nenhum dos dois sites.
d)     O G1 é melhor organizado, as páginas são mais limpas, inclusive por conter menos publicidade. Por ele ter incidência de conjuntividade a leitura é mais leve. São tantas as informações e mudanças de diagramação nas páginas do R7, que o leitor acaba se perdendo.
e)     Os links intertextuais ocorridos no G1 são em geral quando remetem a outros produtos do grupo empresarial, as lexias ocorrem dentro do próprio site.
No R7, há mais ocorrência de intertextualidade e as likagens intratextuais, por vezes parecem ser a links externos, pois a diagramação das páginas é sempre diferente a anterior (cor e estilo de fonte, disposição e tamanhos dos elementos etc).
f)       Em ambos ocorrem links disjuntivos, no entanto no R7 acontece com mais freqüência. No G1, sempre que há um link disjuntivo, remete externamente normalmente a publicidades e outros produtos do grupo empresarial. Os locais destinados a vídeos são fixos em janelas pequenas, já estabelecidas nos cantos das páginas.
No R7 os links sempre mudam de diagramação, dando a impressão de serem disjuntivos, no entanto assim como no G1 essa característica ocorre quando são abertos links de publicidade e de outros produtos do grupo empresarial.
g)      Em ambos os sites os blogs falam de temas específicos (economia, cultura, esporte, política etc), com a diferença de que no G1, são puramente jornalísticos. Já os blogs do R7 dividem-se entre assuntos “sérios” e de entretenimento (“Blog do Rodrigo Faro”, “Blog do Gugu”, “Blog da Ana Hickman” etc). Há pouca ocorrência de links em ambos os sites, no entanto os do blog do R7 são conjuntivos, remetendo a assuntos dentro do próprio blog. No G1 ocorrem links disjuntivos e conjuntivos – a exemplo o blog de Yvone Maggie (sociedade e antropologia), disjuntivo, remete a vídeos do Youtube, já o de Thaís Herédia  (economia), conjuntivo, remete a notícias dentro do próprio G1.
h)     Quanto às fotografias, nos dois sites, elas estão para compor o texto da notícia/reportagem, originadas a partir de links na página principal. Também em ambos os sites as fotos servem como links para direcionamento às notícias/reportagens e não apenas os títulos delas nas “chamadas” contidas na página principal.
i)       Certamente que são úteis as tipologias propostas por MIELNICZUK. Foram bem elaboradas e dispostas adequadamente.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

EDITORIAL E EDITORIAS

Disciplina: FUNDAMENTOS DE MULTIMÍDIA

Editorial

por Guilherme Pessoa

O editorial em um jornal tem como objetivo apresentar aos leitores a opinião, posição do jornal sobre um determinado assunto, normalmente os assuntos tratados em um editorial são os principais fatos do momento. Ele é ao mesmo tempo dissertativo, crítico e informativo. Dissertativo porque apresenta argumentos baseados em uma ideia central, crítico porque nele há sempre uma opinião, e informativo porque ele também tem a função de informar sobre um determinado tema. A estrutura do editorial segue a linha do jornal, podendo ser ele mais leve ou mais denso, com opiniões mais fortes, normalmente ele se encontra nas primeiras páginas do jornal e são demarcados com uma moldura que os diferenciem das demais notícias.
Normalmente os editoriais tem a seguinte estrutura:
  • 1º Parágrafo – O tema é apresentado já explicitando alguma opinião.
  • 2º Parágrafo – É apresentado o contexto do tema e também argumentos que reforçam a opinião do jornal.
  • 3º Parágrafo – É explicada para o leitor a relevância do tema e são apresentados exemplos que ilustram a argumentação.
  • 4º Parágrafo – Tem um caráter conclusivo e reforça de uma forma mais concreta a argumentação do editorial
  • Conclusão – Mostra o que o motivo daquela opinião, retoma o que foi abordado no início e aponta uma solução para os problemas apresentados.
Algumas características dos editoriais são:
 - Na “grande imprensa” os editoriais não são assinados, pois eles expõem a opinião do jornal ou revista e não de um jornalista específico.
- A linguagem utilizada é formal e argumentativa
- São separados por assuntos, como, política, moda, cultura, esporte e etc.
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EDITORIAS
por Júlio Firmino
Substitutiva, recentemente (menos de 50 anos), ao termo “seção”, a editoria monta a estrutura de um jornal. Compõe-se basicamente por equipe jornalística especializada em fazer a cobertura de um único assunto de notícia/reportagem, sob comando de um editor. É ele quem orientará o ângulo a ser explorado na produção das matérias, bem como selecionará as que farão parte do caderno ou suplemento. Nas mídias de maior circulação é mais comum as editorias:

  • Nacional:  notícias do país, de interesse nacional.
  • Internacional: notícias relacionadas com política internacional, relações externas, diplomacia, economia internacional, cultura estrangeira, etc.
  • Economia: notícias relacionadas com as atividades produtivas do país. Pode ser dividida em sub-editorias ( Macroeconomia, Mercado Financeiro e Empresas etc).
  • Sociedade: notícias ligadas aos Comportamentos, Saúde, Consumo, Família, Emigração. Pode incluir as notícias do mundo da Educação e da área de Ambiente.
  • Cultura: acontecimentos culturais (teatro, música, cinema, literatura, artes plásticas, etc).
  • Desporto: notícias da atualidade desportiva (treinos e resultados, contratações, provas, atletas, etc).
As definições de editorias não são obrigadas a um padrão, os assuntos relacionados a elas podem variar de veículo para veículo, também como o nome das próprias editorias:
Ø  Em um jornal, o tema “Ambiente” pode entrar na editoria “Sociedade”,  enquanto em outro tem uma editoria própria
Ø  A editoria que agrupa as notícias nacionais pode chamar-se em alguns jornais “País”, em outros “Nacional”.
Menos importantes, podem ainda existir as seguintes editorias:
Local (ou Cidade): notícias de interesse regional ou local.
Ciência e Tecnologia: temas de interesse científico (pesquisas, descobertas) ou notícias sobre inovações tecnológicas.
Polícia: acontecimentos relacionados com segurança (crimes, acções de protecção civil, etc).
Social: notícias sobre a vida em sociedade, geralmente sobre "celebridades" públicas.

Fonte de imagens:

VEJA TAMBÉM:








segunda-feira, 3 de outubro de 2011

FAD 2011

“Interagir com a arte”. Essa é a proposta do FAD (Festival de Arte Digital), que desde 2007 explora a tecnologia como expressão artística, e a versão 2011 não foi diferente. Infelizmente acabou ontem, domingo (2/10), no museu Inimá de Paula, na rua da Bahia, 1201 no Centro de BH, local onde os trabalhos foram expostos. Quem foi, se encantou com a interatividade proposta pelos artistas.
Ser um mero admirador ou dar forma a um projeto, essas foram as escolhas que o público fez em contato com o que foi exposto. A exemplo, movimentando uma espécie de globo gigante com vários pedaços de carvão presos nele, o admirador-artista podia rabiscar traços e pontos num pequeno quarto branco – “sensação obscúrica, ilusória, porém impressionante”. ADA é o nome do projeto, criado por Karina Smigla-Bobinski, da Alemanha. Ela propôs a “criatura” pós-industrial a ser animada pelos visitantes.


Também altamente interativo,  Nervous Structure de Annica Cuppetelli e Cristobal Mendoza, forçava o público a se mexer, a fim de fazer mover as estruturas de barbante e tecido iluminadas com imagens interativas de computador, reativas a presença de movimento.


Igualmente fantástico, o projeto de Juliana Mori,  (“paisagem documentada por meio de múltiplas possibilidades temporais, recomposta em tempo real a partir da interação com um objeto físico”), com
 o título de Time Landscape, surpreendia por tamanha criatividade.


O Grivo (Passo-a-Passo) – motores de passo controlados por software, que movimentam polias interrompendo a recepção de luz de fotossensores fazendo gerar som – tiravam gestos de admiração do público.

Passo-a-Passo (O Grivo)



Houve também a exposição de O Jardim do Tempo (VOID), La Marche de L’oursin (Leon)  e Parassimétrica - Algorítmo das Cores.

O Jardim do Tempo

                                                        
fonte:http://www.revistapura.com.br/hi-tech/arte-avancada-abertura-do-fad-3/


La Marche de L’oursin



Parassimétrica - Algorítmo das Cores




No ultimo dia de exposição, esses poucos trabalhos foram expostos, mas informações complementares acerca da genealidade dos artistas contemporâneos com seus projetos mágicos, podem ser vistas no link  http://paginacultural.com.br/artes/fad-2011-na-reta-final/


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

“INTERNET: REVOLUÇÃO E CONTRA REVOLUÇÃO”

Disciplina: FUNDAMENTOS DE MULTIMÍDIA

“...curiosidade, heim: - diz aí, quem usa computador em casa?”

Não é preciso ter bola de cristal ou ser um vidente,  mas pode-se  arriscar  uma estimativa de mais de 80%  de um numero qualquer de pessoas,  levantam a mão em sinal de afirmação. 

O mérito é dado a um visionário, esperto e ambicioso, que ainda jovem descobriu o mapa da mina – “e que mina!” William Henry Gates III, ou simplesmente Bill Gates, popularizou o mais prático de todos os inventos. Criando a Microsoft, empresa no ramo da informática, ele desenvolveu um software,  fazendo com que cada um pudesse obter um computador.  

Pense na facilidade em ter em um único equipamento textos, fotos, figuras, gráficos... assim nasceu o  Windows,  as pessoas se educaram a usá-lo tornando –se dependentes dele e nem se questionam se  é bom ou ruim, apenas usam.  Usam e pagam por ele.
Mas não bastava apenas ter o seu computador era preciso compartilhar o que cada um fazia nele e pensando assim, não tão ambiciosamente, pelo contrário, Tim Berns-Lee nos presenteou  com a interatividade proporcionada pela WEB. A internet já existia mas era limitada a setores privados e estaduais –  “a world wide web logou o mundo.”

De fato começou modesta. The Well foi a primeira rede social e tinha formas específicas de relacionamento. No entanto era a primeira forma inovadora das pessoas se interagirem.
Muita coisa boa veio a partir disso, como facilidade em desenvolver pesquisas e buscar informações de temas dos mais diversos possíveis (entretenimento, compras, viagens etc), gente criando blogs, postando fotos, ouvindo música,... enfim, fazendo de tudo, principalmente ganhando dinheiro. É o caso de Arianna Huffington que criou um site de pesquisa, o qual agrega informações diversas. Sem sair de casa ela ficou milionária.
Só que o “tudo” incomoda. Com a mesma intensidade que a Web facilita a vida ela pode prejudicar. Atitudes socialmente incorretas podem agredir a outros e provocar prejuízo, tornando a Web vilã. Como a ação de rackers que invadem informações sigilosas.
Baixar músicas também pode ser um crime. Shawn Faning, criador do Napster, programa de compartilhamento de arquivos em rede P2P, nem pensava que isso pudesse acontecer. A indústria fonográfica levantou-se em ira.

Boa ou má, a Web, ou popularmente internet, divide opiniões, mas é um caminho sem volta – ainda bem.


Jornal da Globo: "Vendas de mésica digital crescem mais de 150% no Brasil" disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=vu_xV_kmpLE